i'm just too tired
Você me irrita,
me excita.
Você me perde,
me ganha.
Você me tem,
mas não me cuida.
Querido John  (via pain-s)
Eu sou um menino que não tem pênis.
Vontade de chorar, de ir embora, para que sintam falta. Vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço.
Caio Fernando Abreu (via amargar)
Havia alguns dias (ou semanas? me perdi) que meu céu não se transformava em seu rosto. Eu realmente estava conseguindo dar passos sem o seu empurrão. Mas um amigo qualquer, em uma conversa qualquer me recitou por um acaso o tão clichê verso de Drummond:
Depois, cantou “se mil vezes você me deixar e voltar, eu aceito”.
E meus olhos de jaboticaba (ou gato, como diz você) instantaneamente se encheram de… de… Ah, de lágrimas. Lágrimas tão suas. Porque este verso é seu. Já parou para o ler? Para concentrar-se nas entrelinhas? É exatamente isso. Vá, volte, eu te quero. Vá, volte, eu te espero. Vá, volte, eu te amo. Mesmo que, ao voltar, meus braços já não estejam abertos e o meu sorriso carregado de mágoas. Mesmo que eu minta e diga que sua volta não é bem vinda. Mesmo que eu não lhe beije. Eu sempre te espero, eu sempre lhe aceito novamente. Eu sou fascinada por suas mãos, nunca as negarei. Se mil, duas mil, cinco mil ou se daqui há dez anos, você voltar, eu aceito.
Yasmin Diniz, in Bilhete para um Monstro.  (via cascalhos)
Amor, acorda. Hoje é a sua vez de apagar a luz.
Eu costumava falar de você. Contava pra todo mundo do seu sorriso, da sua voz, e dizia que o seu cheiro era o melhor perfume que existia. Então eu sorri e disse pela última vez sem você poder escutar, que ainda sentia sua falta.
Autor Desconhecido (via itsburied)
“GATA É VDD QUE VC TEM 2 LINGUAS NA BOCA?” “NÃO” “QUER TER??? RSRSRS”
Sandálias da Barbie viraram crocs. Rouge, Backstreet Boys e Felipe Dylon viraram Restart. Tamagoshi virou um iPhone. Beijar na boca e falar de sexo, agora é uma coisa natural para crianças de nove anos. Meninas de oito fazem progressiva e pintam o cabelo. Ao invés de assistirem TV Globinho e Nickelodeon, as crianças vão pra internet. Meninos e meninas não tem nojo entre si, eles se agarram como se tivessem 16 anos de idade. Coisas que eu só fui entender quando eu tinha 12 anos, crianças de 7 entendem na maior naturalidade. Eu pulava corda, brincava de pique-pega, pique tudo que vinha à mente. Não sabia coisa de gente grande, e tenho a maior felicidade de dizer que minha infância foi muito melhor do que a dessas crianças vai ser algum dia.